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1) Falar que tem silicone e se submeteu a intervenções estéticas.

Os cirurgiões plásticos declaram que toda a mulher que se submete à intervenções estéticas, o faz com a intenção de parecer “o mais natural possível”. Santa contradição Batman!

2) Pagar cofrinho.

A revelação involuntária de detalhes da anatomia tende a ser detestável. Tal problema acontece principalmente com as famosas que, estando em público, tem dezenas de câmeras fotográficas miradas para captar o mínimo vacilo.

3) Expor estrias e celulites.


Se é óbvio que TODAS as mulheres carregam em menor ou mair grau algumas imperfeições por força da natureza, também é forçoso admitir que elas detestam expô-las e, pior ainda, ouvir comentários desairosos sobre elas.
Ponto para as muçulmanas, que não são obrigadas a exporem seus corpos semi-nus nas praias!

4) Fazer dieta.

O viver feminino é um calvário interminável de dietas, algumas mirabolantes, muitas toscas e várias outras, prescritas por médicos e nutricionistas – o que não elimina os regimes da lista das coisas mais detestáveis deste universo tão fadado a sofrimentos.

5) Fazer exercícios.

Você pode se enganar à primeira vista numa academia, quando se depara com a maioria de mulheres. Elas odeiam exercícios tanto quanto nós, com um detalhe; fazem-no em nome da saúde e, principalmente, dos glúteos, pernas e braços durinhos. Neste particular, novamente elas demostram a sua capacidade de sujeição em prol da beleza. Não é à toa que os homens morram tão cedo.

6) Comer saladas e alimentos saudáveis.

Engana-se quem pensa que elas gostem desses quitutes naturebas. Como qualquer carne fraca, elas preferem lasanha, pizza, picanha gorda, refrigerante, batata frita e muitos, muitos doces. Porém, o seu estoicismo as impede de literalmente se atirar de boca nos prazeres da vida, que aparentemente deveriam também estar no sexo.

7) Peidar ou peidar sem querer.

Quando você encontrar uma mulher que solta gases à vontade, denuncie-a à comunidade científica. Este é um dos grandes tabus culturais femininos que provoca prisão de ventre e problemas gastrointestinais, tudo em nome de convenções sociais absurdas. Urgentemente precisamos de cursos que ensinem as mulheres as sutis técnicas de emissão de peidos mudos, surdos e cegos, pelo menos é isto que os homens acreditam que fazem quando se despressurizam em público.

8) Fazer necessidades fisiológicas fora do lar, doce lar.

Qualquer um que conheça minimamente as mulheres, sabe o quanto elas sofrem para se aliviarem fora do ambiente doméstico. Nem a toalete de NASA poderia colocá-las suficientemente à vontade em lugares fora do lar. Por isso, o imenso sucesso dos produtos alimentícios contendo lactobacilos vivos, que prometem regularizar as funções intestinais de mulheres que se amotinam contra os instintos básicos do seu organismo.

9) Envelhecer.

Na sociedade de consumo, onde a beleza e a juventude são os únicos valores que contam, o avanço da idade pode se tornar um longo e tenebroso caminho rumo à ruína, a não ser que outros valores menos transitórios se alevantem. O que suscita uma outra discussão sobre o custo/benefício da busca compulsiva da fonte da juventude por via do bisturi.

Geraligado – Todo mundo ligado .

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