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Ao realizar um roteiro, ou ao criar uma história, os responsáveis pela transição do texto para a telona têm de ser tão responsáveis e detalhistas quanto são criativos. Mas às vezes eles se descuidam e deixam escapar alguns erros ilógicos, alguns fatores contraditórios na história e alguns elementos pouco convincentes que servem apenas para dar continuidade a dilemas da própria desenvoltura da trama.
Nenhum erro desses tira o nosso amor ou apreciação pelos filmes mais queridos da nossa infância. Mas vale a pena dar uma olhada nas contradições que surgem na trama dessas produções, só para termos uma ideia de que nada, de fato, é perfeito. Confira buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos:

 

DE VOLTA PARA O FUTURO
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Começamos com o exemplo mais clássico: como é que a mãe de Marty McFly não reconhece, no presente, que uma de suas paixonites da época do colégio, que ela conheceu como Calvin, é exatamente igual a seu filho?

TOY STORY
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Um dos elementos mais importantes no começo da história do filme é a identidade de Buzz Lightyear; ele se recusa a aceitar que é um brinquedo. Ou melhor, a ideia mal passa na cabeça dele. Mas quando Andy entra no quarto, ele fica imóvel, igualzinho aos outros brinquedos. “É reflexo” seria uma desculpa bem esfarrapada pra explicar isso, não?
INDIANA JONES E OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Essa aqui é sinistra e, se você assiste Big Bang Theory, já deve saber: se tirássemos completamente o personagem Indiana Jones do filme, os eventos mais importantes da trama aconteceriam de qualquer jeito, sem a intervenção ou a influência dele. Os nazistas iriam para o Nepal de qualquer forma, teriam trazido o amuleto para o hall do mapa, teriam assassinado Marion, teriam achado a Arca, teriam aberto o artefato e o teriam derretido. Indiana Jones foi zero importante para o desenvolvimento da trama.
KARATÊ KID
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Uma das regras do torneio é: nada de chute na cara. Mas como é que Daniel-san ganha a luta, mesmo? Pois é…dando um chute na cara do malandrão.
HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Essa é muito simples: o Vira-Tempo é poderoso demais pra não ser explorado no resto da trama. Todos os eventos catastróficos e infelizes da história de Harry Potter poderiam ser corrigidos com esse artefato, do qual simplesmente nunca mais ouvimos falar depois do Prisioneiro de Azkaban. Como é que ninguém na história pensou em voltar no tempo pra prevenir a morte de tanta gente?
OS GREMLINS
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Um probleminha com a premissa de que não se pode alimentar um gizmo depois da meia-noite: todo dia começa à meia-noite. Quando, então, que dá pra alimentar o danadinho? Qualquer horário vem depois da meia-noite…
WATERWORLD
Buracos nos roteiros dos seus clássicos preferidos
Waterworld é provavelmente um dos filmes mais trash que já assistimos, mas muita gente ainda gosta dele, mesmo sendo um fracasso de bilheteria e por ter afundado as carreiras de Dennis Hopper e Kevin Costner. Há muitos erros nele. Inúmeros, na verdade. Um exemplo: papel é um dos materiais mais valorosos desse mundo submerso, mas como é possível que diversos personagens aparecem fumando cigarros, enrolados por papel?
Geraligado – Todo mundo ligado .
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