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Do que uma mulher ciumenta é capaz? Você vai conhecer agora uma incrível história de superação. Dana Vulin sempre foi bonita e desejada, o que atraía muita inveja. Após um acontecimento trágico, ela foi obrigada a usar uma máscara, se escondendo atrás dela durante dois anos e meio.

No dia 16 de fevereiro de 2012, a australiana estava sentada no sofá de sua casa, quando ouviu uma voz conhecida lhe chamar. A partir daí, sua vida se tornou um pesadelo. Quem lhe chamava era Natalie Dimitrovska, uma esposa que sentiu ciúmes por ver a jovem conversando com seu marido em uma festa no ano novo. Dana tinha 26 anos na época do incidente.

A partir daí, sua vida se tornou um pesadelo. Dimitrovska arremessou uma garrafa de álcool etílico sobre a jovem, que entrou em chamas quase que instantaneamente, pois levava um cigarro à boca.

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“Eu era uma bola de fogo humana, e naquele momento, Natalie e o cúmplice apenas riram e saíram da minha casa”, contou a vítima ao Tribunal da Austrália em outubro de 2013, quando a agressora foi condenada a 17 anos de prisão por lesão corporal grave.

Depois de sair do coma, Dana passou a sentir dores agonizantes devido às queimaduras e foi forçada a usar uma máscara pressurizadora para esconder seu rosto, não expô-lo ao sol e à poluição e, ao mesmo tempo, para respirar. Ela sofreu mais de 30 procedimentos cirúrgicos, até estar apta a tirar a máscara.
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“Teria sido mais fácil morrer, mas eu nunca tomei o caminho mais fácil. Sei quem eu sou, só que é duro porque você não consegue ver minha boca, nem meu nariz ou sobrancelha. Literalmente só meus olhos conseguem ser vistos. Me sinto um nada”, desabafou

A respeito da máscara, Dana afirmou: “Eu estive sem rosto e isso faz você se sentir como um nada, um ninguém”.

Enquanto ela se preparava para tirar a máscara pela primeira vez, a australiana revelou que estava lutando outra batalha, mas desta vez, contra o câncer. Ela descobriu, em outubro de 2013, que sofre de câncer cervical.

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Nas fotos acima, Dana antes do atentado.

Após 30 meses de cirurgia reconstrutiva, com mais de 30 procedimentos, o novo visual de Dana estava irreconhecível. Apesar de suportar a dor constante desde o terrível ataque, Dana trabalhou duro em sua reabilitação para manter seu corpo em forma.

“Se eu pudesse voltar no tempo e não ser queimada ou ter a chance de não ter as minhas cicatrizes, é claro que eu iria agarrá-la, mas se alguém me perguntar como eu me sinto hoje sobre meu corpo, eu digo que estou muito orgulhosa dele”, disse ela .

A australiana afirmou que nem em seus sonhos mais loucos imaginou que poderia se olhar no espelho e ver a velha Dana novamente.
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Na audiência de sentença da agressora, o juiz Bruce Goetze descreveu o ataque como sendo a pior categoria de lesão corporal grave. Ele disse que o ataque foi premeditado, além de que, nas semanas que antecederam o incidente, Dimitrovska ameaçou arruinar o “rostinho bonito” de Dana.

Além disso, sobre a fuga após o crime, o juiz afirmou ser realmente difícil imaginar como um ser humano pode deixar o outro em chamas e apenas rir sem chamar o socorro.
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Dana após a audiência que condenou Natalie à prisão.

“Eu sou uma pessoa forte, e mais do que qualquer coisa, aprendi, quando fui queimada, que nada pode mudar a nossa essência. Tenho confiança na mulher que me tornei”, disse Dana.

Natalie apelou da sentença condenatória. Sobre isso, a vítima afirmou: “Eu não tenho a chance de apelar da minha sentença de prisão perpétua – prisão não é nada comparado ao que eu passei e passo todos os dias.”

Força, Dana!

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