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1. Catarina de Médici
Conheça 4 das piores sogras da história1
Sogra de várias personalidades históricas — entre elas Isabel de Áustria, Maria da Escócia e Henrique IV da França, de quem vamos falar a seguir —, Catarina de Médici não era uma mulherzinha nada fácil! Ela se casou com Henrique II da França no século 16, e os dois tiveram 11 filhos, dos quais sete chegaram à idade adulta. O pior é que Catarina não se limitava a atormentar apenas os cônjuges de seus descendentes…

Foi Catarina quem obrigou sua filha Margarida de Valois a se casar com Henrique IV da França, pretendente que a moça detestava. Ela fez isso apesar de também sentir uma enorme antipatia pelo rapaz — e simplesmente odiar a mãe dele, Joana de Navarra. Aliás, a animosidade entre as duas mulheres era notória, e Joana costumava escrever cartas indignadas ao filho descrevendo o comportamento desagradável Catarina.

No entanto, por alguma razão, todos concordaram em seguir adiante com o casório — que, convenhamos, não tinha nada para dar certo! —, e Henrique e Margarida se casaram em Paris. Contudo, Joana de Navarra não pôde comparecer às bodas, pois faleceu pouco antes da cerimônia. Coincidentemente, a mãe do noivo bateu as botas depois de ganhar um par de lindas luvas (supostamente envenenadas) de Catarina.

2. Bona Sforza d’Aragona
Conheça 4 das piores sogras da história2
Bona foi uma rainha polonesa do século 15 que foi um verdadeiro pesadelo para suas noras. Casada com Sigismundo I, o Velho, ela teve seis filhos, dos quais apenas um era menino — seu favorito, Sigismundo Augustus. Como você pode imaginar, Bona não ficou nada satisfeita quando o rapaz decidiu se casar com Isabel de Habsburgo. Aliás, ela ficou feliz da vida quando a pobre moça faleceu em circunstâncias estranhas apenas dois anos após o casamento.

Só para contrariar a mãe, Sigismundo decidiu se casar novamente algum tempo depois com Bárbara Radziwill. Entretanto, quando a noiva acabou morrendo de forma suspeita somente cinco meses após se casar com o jovem monarca, as suspeitas se voltaram imediatamente para Bona, e ela inclusive chegou a ser acusada de envenenar a nora. A sogra malvada escapou de ser punida, mas seu filho querido jamais a perdoou e os dois nunca se reconciliaram.

3. Sara Delano Roosevelt
Conheça 4 das piores sogras da história3
Mãe de Franklin Delano Roosevelt, o 32º presidente dos EUA, Sara fez tudo o que podia para impedir o casamento de seu único filho com Eleanor, uma prima distante dele. Ao falhar, ela focou toda a sua energia em tornar a vida da pobre moça um martírio. Para começar, a sogra construiu uma casa para os dois como presente de casamento — e fez uma residência idêntica para ela que ficava anexa à do casal e de onde ela podia vigiar a nora bem de perto.

Depois do casório, Sara obrigou Eleanor a desistir de todos os seus interesses e se dedicar exclusivamente a cuidar da casa, das crianças e de todas as necessidades de Franklin. A sogra, morando tão perto do casal, fez questão de supervisionar tudo o que a nora fazia até o fim de seus dias.

O pior é que ela teve tempo de sobra para fazer isso: considerando que Franklin e Eleanor se casaram em 1905 e que Sara faleceu em 1941, isso significa que a nora teve que aturá-la por mais ou menos de 36 anos!

4. Maria Feodorovna Romanova
Conheça 4 das piores sogras da história4
Casada com o Alexander III da Rússia, Maria Feodorovna foi mãe do último Czar russo, Nicolau II, e detestava sua esposa, Alice de Hesse e Reno. Na verdade, Maria se opôs à união do filho desde o início, alegando que a pretendente era uma péssima escolha, mas o jovem ignorou as objeções da mãe e se casou no dia do aniversário dela.

Depois de se casar com Nicolau, Alice adotou o nome Alexandra Feodorovna e se tornou Imperatriz Consorte da Rússia. No entanto, Maria, sua sogra, se recusou em renunciar às joias da coroa e fez de tudo para ofuscar a czarina publicamente, além de competir incansavelmente com ela pela atenção de Nicolau.

Alice teve que aturar a sogra durante 24 anos — até que ela, seu marido e filhos foram assassinados pelos bolcheviques. Maria, por sua vez, viveu por mais 10 anos no exílio após a execução da família real russa.

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